quarta-feira, 14 de agosto de 2013

JEOS ( JORNAL ESOTÉRICO DA ORDEM SABERSÓFICOS )



Edição n° 1

O QUE É A MAGIA?


Olá irmãos iniciados e mestiços, á partir de hoje você poderá acompanhar nosso trabalho no caminho esotérico através desse jornal esotérico da Ordem Sabersófica, desejo para todos cascatas de energias luminosas e multicoloridas para quebrar a proliferação da tristeza que energeticamente não possuem misturas em equilíbrio de cores, e desejo também muita luz e sabedoria á você que visita nosso blog e jornal;



E Nessa primeira edição de nosso jornal, vamos inaugurar com uma pergunta que muitos fazem ao conhecer os Sabersóficos, ao conhecer minha pessoa, o que é a Magia, afinal?

Vejamos as definições dos mais articulados entendedores do assunto no campo da magia:

Aleister Crowley (1875-1947)


 Sua definição sobre o assunto é:   Teoremas   de   Aleister   Crowley.

      1-  Todo  ato  intencional  é  um ato  de  Magia.

      2-  O  primeiro  requisito  para  causar  qualquer  mudança  é a  habilidade  prática  para  colocar  em  movimento  as  forças  necessárias.

     3-  O  homem  que  faz  sua  verdadeira  vontade  tem  a inércia  do universo para  ajuda-lo.
     4-  Um  homem  pode  aprender  a usar  qualquer força  do universo , tornando-se  um  receptáculo adequado  para  tal, estabelecendo  a conexão  adequada e as condições  necessárias  para  que  a natureza dessa  força  possa  fluir  através  dele.

     5-  A  magia  é  a ciência  de entender  a si  mesmo  e suas  condições.   É   a arte  de aplicar  esse  entendimento  á  ação.

    6-  Todo  homem tem o direito da autoaprovação, para  satisfazer-se  ao  extremo.

A Conclusão de sua definição é:  

"  Magia é a  ciência  e a arte " de  causar  mudanças  de  acordo  com a vontade.

Oberon Zavenhart 



A Definição de Oberon, o Feiticeiro Famoso de nosso séc. XXI, fala sobre o assunto:

' MAGIA É A MELHORIA DAS PROBABILIDADES'

Eliphas Levi (1810-1875)


O Mago erudito, que escreveu uma bíblia ocultista sobre o conhecimento, Dogma e Ritual de Alta Magia, define a magia da seguinte forma: Magia é a Arte, ciência, e religião dos Magos, dos Grandes Iniciados, e de causar efeitos visíveis a partir de causas invisíveis.

Dion Fortune (1890-1946)



Grande e Erudita magista, relata que magia é o ato de provocar mudanças na Consciência para se obter resultados no aqui e no agora;

Muitas definições existem porém será que essas definições convergem entre si, será que as definições estão corretas, qual o verdadeiro sentido da definição para a palavra magia?

Listo aqui as definições que estão nos tópicos dos ensinamentos sabersóficos: 

  1. Magia é a Ciência e Sabedoria Divina;
  2. Magia é Energia que tanto pode ser manipulada para o Bem quanto para o Mal, mas tudo depende do indivíduo que utiliza essa energia.
  3. Magia é a Ponte que liga o mundo visível ao mundo invisível (Brida, Paulo Coelho).
  4. Magia é a Sabedoria dos Grandes Iniciados;
  5. Magia é Arte, Ciência, Filosofia e Religião dos Magos e dos ocultistas;
  6. Magia é a Mediunidade Ativa;
  7. Magia é Poder...
  8. Magia é o poder natural de todo ser de manipular os segredos do universo e da natureza, através do equilíbrio de sua mente e de suas emoções;
  9. Magia é o Segredo e o Mistério da Eletricidade e do Magnetismo.
Todas essas definições estão interligadas como uma rede de um conjunto, onde estamos refratando o significado da palavra magia;

Apresento agora grandes trechos do Livro Manual do Bruxo, um dicionário mágico inspirado nos livros da série Harry Potter, sobre as origens da magia, a magia nas épocas medievais, a magia natural, a magia dos Grimórios, magia hoje, a reputação da magia, e suas divisões, coloquei esse trecho aqui no jornal por possuir uma linguagem simples para os leitores: 



* ORIGENS DA MAGIA *


A Palavra Magia deriva dos Altos Sacerdotes da Antiga Pérsia (o atual Irã), chamados Magi. No século VI a.C., os magi eram conheci­dos por sua profunda sabedoria e por seus dons de profecia. Adeptos do líder religioso Zoroastro, eles interpretavam sonhos, praticavam a astrologia e davam conselhos aos soberanos a respeito de questões importantes. Quando os magi se tornaram conhecidos nos mundos grego e romano, eram vistos como figuras extremamente misteriosas, senhores de segredos profundos e de poderes sobrenaturais. Ninguém sabia, na verdade, exatamente que poderes eram esses (afinal, eram secretos!), mas durante um longo tempo qualquer coisa considerada sobrenatural era tida como criação dos magi e chamada de "magia". De fato, o próprio Zoroastro foi muitas vezes chamado de o inventor da magia.
É claro que, na verdade, nenhum indivíduo e nenhuma cultura isola­da inventaram a magia. Os procedimentos mágicos transmitidos de ge­ração em geração, ao longo dos séculos, tiveram origem em muitas civi­lizações, inclusive nas dos antigos persas, babilônios, egípcios, hebreus, gregos e romanos. A tradição mágica ocidental, como hoje a conhece­mos, deve muito à troca de idéias entre membros de diferentes culturas.
Esse contato ocorreu com freqüência cada vez maior após o século III a.C., quando o general grego Alexandre o Grande conquistou a Síria, a Babilônia, o Egito e a Pérsia e fundou a cidade de Alexandria, no Egito, destinada a ser o centro intelectual do mundo antigo.





¯ MAGIA E RELIGIÃO ¯

Em todas as sociedades antigas, a magia e a religião estavam interli­gadas. Acreditava-se que havia muitos deuses e espíritos secundários, bons ou maus, que controlavam a maioria das coisas da vida, eram responsáveis pelo sol e pela chuva, pela prosperidade e pela pobreza, pela doença e pela saúde. O propósito da magia era agradar ou contro­lar esses espíritos. Assim como a religião, a magia compreendia rituais e cerimônias que apelavam aos deuses. As pessoas acreditavam que os mágicos, assim como os sacerdotes, tinham um acesso privilegiado aos deuses. Só que, em vez de adorar essas divindades, os mágicos lhes pe­diam, ou até exigiam, favores.
Às vezes os mágicos apelavam aos deuses simplesmente para obter ajuda quando queriam lançar um feitiço ou proferir uma maldição. Mas muitas vezes também tentavam fazer essas divindades aparecerem "em pessoa". Depois de cumprir uma cerimônia especial a fim de convocar ou invocar um espírito, um mágico da antiga Babilônia ou do Egito podia ordenar ao espírito que levasse embora a doença, abatesse um inimigo ou garantisse alguma vitória política. Era costume ameaçar uma divin­dade menor com um castigo a ser aplicado por espíritos mais poderosos, caso as exigências do mágico não fossem satisfeitas. Em seguida, o mági­co dispensaria a divindade, enviando-a de volta para o mundo dos espíri­tos. Centenas de documentos da antigüidade confirmam que tentar recrutar espíritos era uma atividade comum, ainda que muitas vezes frus­trante, na Grécia e na Roma antigas.
Quase todas as formas de magia antiga dependiam do conhecimento prévio dos nomes secretos dos deuses. Pensava-se que muitas divindades tinham dois conjuntos de nomes, os nomes comuns, que todos sabiam, e os nomes secretos, conhecidos apenas pelas pessoas que estudaram as artes mágicas. De certo modo, esses nomes secretos foram as primeiras palavras mágicas. Faladas ou escritas, julgava-se que elas tinham um grande poder, pois se acreditava que saber o nome verdadeiro de um deus tornava o mágico capaz de invocar todos os poderes que o deus representava. Os sacerdotes egípcios davam a suas divindades nomes compridos, complicados e muitas vezes impronunciáveis, para que forasteiros não pudessem aprendê-los com facilidade. Dizia-se que Moisés havia dividido as águas do mar Vermelho ao pronunciar o nome secreto de Deus, com setenta e duas sílabas, que só ele conhecia. E, segundo o escritor grego Plutarco, o nome da divindade guardiã de Roma foi mantido em segredo após a fundação da cidade e era proibido perguntar qualquer coisa a respeito dessa divindade — nem mesmo se era macho ou fêmea —, para que os inimigos de Roma não descobrissem esse nome e invocassem o deus para seus próprios fins.
A medida que as civilizações antigas foram entrando em contato umas com as outras, tornou-se cada vez mais comum que os mágicos de uma cultura "experimentassem" os nomes dos deuses de outras regiões. Alguns dos manuscritos mais antigos com registros de práticas mágicas, redigidos nos séculos III e IV, contêm listas compridas com os nomes dos deuses de muitas religiões, que poderiam ser inscritos em talismãs e amuletos, ou incorporados a feitiços e encantamentos. Um dos encan­tamentos mais famosos entre os mágicos gregos e egípcios do século III, supostamente tão poderoso que "o sol e a terra se curvam, humildes, quando o escutam; rios, mares, pântanos e fontes se congelam quando o escutam; pedras explodem quando o escutam", era composto com os nomes de cem divindades reunidos.





¯ ALTA MAGIA E BAIXA MAGIA ¯

A magia antiga é muitas vezes dividida em duas categorias — "alta magia" e "baixa magia" — que podem ser diferenciadas, fundamental­mente, pelos objetivos de seus praticantes.
A alta magia, que tem muito em comum com a religião, era motivada pelo desejo de adquirir um tipo de sabedoria inacessível por meio da experiência comum. Quando os altos magos (entre os quais figuras notáveis como o filósofo e matemático grego Pitágoras) apelavam a deuses e espíritos, tinham os objetivos mais elevados. Esperavam receber visões proféticas, tornar-se capazes de curar doenças, alcançar o conhe­cimento de si mesmos ou até se tornarem semelhantes aos deuses.
Muitos sistemas de alta magia também ensinavam que todo ser humano era uma versão do universo em miniatura e continha dentro de si todos os elementos do mundo externo. Acreditava-se que, ao desen­volver seus poderes interiores de imaginação e de intuição, o mágico acabaria por tornar-se capaz de provocar mudanças reais (e aparente­mente sobrenaturais) no mundo, simplesmente concentrando suas emoções, sua vontade e seu desejo. Mas adquirir os poderes prometidos pela "alta magia" era tarefa para uma vida inteira.
Muitas outras pessoas se dedicavam à magia com objetivos mais ime­diatos e mais práticos. Queriam trazer sorte, riqueza, fama, sucesso político, saúde e beleza. Desejavam prejudicar inimigos e conseguir o amor, vencer no esporte, conhecer o futuro e resolver problemas práti­cos cotidianos. A busca desses objetivos é, em geral, conhecida como "baixa magia" — categoria que, popularmente, inclui também ler a sorte, preparar poções, lançar feitiços e usar encantamentos e amuletos. A par­tir do século IV a.C, centenas ou milhares de homens e mulheres tornaram-se feiticeiros e adivinhos profissionais, oferecendo magia em troca de um pagamento. Embora muitos deles tivessem reputação de fraudulentos, os registros históricos mostram que pessoas de todas as classes sociais consultavam esses mágicos profissionais com regulari­dade, alguns publicamente, outros às escondidas.





¯ A REPUTAÇÃO DA MAGIA ¯

Em geral, a magia era mais temida do que admirada no mundo anti­go. Mesmo quem nada sabia a respeito acreditava que podia ser prejudicado ou influenciado pela magia de outra pessoa. Se um político se per­dia no meio de um discurso ou se alguém ficava doente sem mais nem menos, não era raro supor que a culpa era da maldição de um inimigo. A reputação sinistra da magia tomou impulso por causa de suas ligações com a bruxaria, na imaginação popular. A literatura grega e romana era repleta de descrições muito imaginativas, e muitas vezes apavorantes, de bruxas e de seus métodos desleais. Ericto, uma bruxa criada pelo escritor grego Luciano, do século II, usa partes do corpo humano em suas poções, enterra os seus inimigos ainda vivos e traz cadáveres putrefatos de volta à vida. Embora obviamente se trate de um personagem de ficção (aliás, um personagem inesquecível), Ericto, e outras bruxas como ela, exerceu um impacto muito forte na imagem popular da magia e da bruxaria.
Embora a magia fosse popular entre o público que queria consultar adivinhos e comprar encantamentos e amuletos protetores, as pessoas em posições de poder desconfiavam de astrólogos que prediziam sua morte e de feiticeiros que podiam ser contratados por seus inimigos para prejudicá-los por meio de maldições. Em 81 a.C., o ditador romano Cornélio Sula decretou a pena de morte para "videntes, encantadores e aqueles que usam a feitiçaria com propósitos malévolos, que invocam demônios, desencadeiam as forças da natureza [ou] empregam bonecos de cera com fins destrutivos". Uma série de leis do mesmo tipo foi insti­tuída nos séculos seguintes, de tal forma que, no século IV d.C., todas as formas de magia e adivinhação foram decretadas ilegais no Império Romano. Ao mesmo tempo, a Igreja cristã, que vinha ganhando poder rapidamente, fez um esforço concentrado para suprimir a magia, tida como concorrente da fé cristã. Decretou-se que todas as formas de magia eram ligadas aos demônios (e, portanto, ao Diabo) e foram proibidas pela lei da Igreja.
A igreja e o governo continuaram a trabalhar juntos contra a magia, ao longo da Idade Média. No entanto as crenças e os métodos mágicos, sobretudo quando ligados à medicina popular (curas mágicas), continua­ram a ser transmitidos secretamente e tornaram-se parte do repertório dos "rezadores" ou magos de aldeia dos séculos posteriores (ver herbologia, mágico).







¯ MAGIA NA LITERATURA MEDIEVAL ¯

A partir de meados do século XII, a magia começou a ser apresenta­da de forma muito mais favorável, pelo menos por escritores de ficção. Primeiro na França e depois na Alemanha e Inglaterra, poetas criaram aventuras maravilhosas, passadas em épocas remotas e repletas de magia, com façanhas de cavaleiros valentes, lindas donzelas e reis heróicos. Esses relatos, hoje conhecidos como "romances medievais", diminuíam as associações negativas existentes entre a magia, os demônios e a bruxa­ria. A palavra "magia" era muitas vezes evitada e os autores, em seu lugar, usavam "maravilha", "assombro" e "encantamento". Os heróis possuíam espadas que lhes davam força sobre-humana, pratos que se enchiam de comida sozinhos, barcos e carruagens que não precisavam de cocheiro e anéis que tornavam seu usuário invulnerável ao fogo, ao afogamento e a outras catástrofes. Fadas e monstros da mitologia também apareciam com muita regularidade e muitas vezes era uma fada que dava ao herói exatamente aquilo de que ele precisava para concluir a sua missão. Poções, adivinhação astrológica, feitiços e ervas que curavam tinham também um papel de destaque nessas obras épicas. Embora a noção de "magia negra" ainda persistisse, com feiticeiros e bruxas malignos que surgiam de vez em quando, a maior parte desses relatos apresentava a magia de forma positiva e o público gostava tanto de sua leitura quanto nós, hoje em dia.






¯ MAGIA NATURAL ¯

A magia se tornou novamente respeitável nos séculos XV e XVI, devi­do à ascensão da "magia natural", que não supõe a ajuda de demônios nem de seres sobrenaturais. A magia natural, uma espécie de ciência na época, se baseava na crença de que tudo na natureza — gente, plantas, bichos, pedras e minerais — estava repleto de forças ocultas, chamadas de "virtudes ocultas". Acreditava-se, por exemplo, que as pedras preciosas continham o poder de curar doenças, afetar o estado de ânimo e até trazer sorte. As ervas tinham virtudes ocultas, capazes de promover a cura, e às vezes bas­tava suspendê-las acima do leito de um paciente. Até cores e números ti­nham poderes ocultos. Além disso, todos os elementos da natureza estavam ligados entre si, por meios fascinantes, porém ocultos. Os mági­cos naturais — categoria que incluía os médicos — tinham o desafio de descobrir essas forças e essas ligações e utilizá-las de forma positiva.
Mas não era nada simples ser um mágico natural sério. Era preciso pesquisar, estudar e observar cuidadosamente a natureza. Às vezes a "vir­tude oculta" de uma substância era revelada por sua aparência. Por exem­plo, a erva scorpius (cujo nome deriva da sua semelhança com o escor­pião) era tida como um remédio eficaz contra picadas de aranha. Acreditava-se que plantas e animais com formatos semelhantes tinham propriedades similares. Porém o mais importante para dominar a magia natural era o estudo da astrologia, pois acreditava-se que muitas relações e propriedades ocultas na natureza emanavam diretamente dos planetas e das estrelas. A pedra preciosa esmeralda, o metal cobre e a cor verde, por exemplo, possuíam propriedades oriundas do planeta Vênus. Ciente disso, o mágico natural estava apto a usar esses elementos em diversas combi­nações, na tentativa de afetar áreas da vida "regidas" por Vênus, como a saúde, a beleza e o amor. Usar o metal chumbo, a pedra ônix e a cor ne­gra era um meio provável de produzir o efeito exatamente contrário, pois os três eram regidos por Saturno e ligados à morte e ao abatimento.
Além disso, o praticante precisava ter vastos conhecimentos de anatomia e herbologia, pois curar doenças era um objetivo importante na magia natural, e uma doença provocada por uma influência planetária podia ser curada por uma erva regida pelo mesmo planeta ou, em certos casos, pelo planeta oposto. O mágico natural era um tipo de mago do mundo natural e um mestre das combinações — misturando, combinan­do e explorando as propriedades ocultas da natureza de modo a alcançar resultados milagrosos e benéficos.
A magia natural ensinava que plantas e animais de aspecto semelhante
tinham as mesmas propriedades mágicas.

Enquanto nos séculos IX ou X uma pessoa respeitável na certa evitaria qualquer ligação com a magia, no Renascimento a magia natural era aceita como uma área de estudo adequada a intelectuais, médicos, sacer­dotes e todos que tivessem um sentimento de curiosidade científica. De fato, os estudiosos da época se sentiriam muito à vontade se estivessem em Hogwarts, onde muitas matérias da magia natural — herbologia, astrologia, quiromancia, aritmancia e a preparação de horóscopos -fazem parte do currículo.





¯ MAGIA RITUAL ¯

Mas a possibilidade de invocar espíritos nunca ficou inteiramente esquecida. Entre os séculos XV e XVIII surgiu em toda a Europa, e em vários idiomas, uma série sensacional de livros, chamados grimoires (ou Livros Negros). Em sua maioria, eram escritos de forma anônima mas atribuídos a fontes antigas (quanto mais antigo parecesse o livro, mais secreta a sabedoria que ele parecia conter), inclusive Moisés, Aristóteles, Noé, Alexandre o Grande e o famosíssimo rei bíblico Salomão. As ven­das e a circulação eram secretas, no início, pois possuir e usar um livro desses era um crime grave. Essas obras ensinavam métodos que suposta­mente permitiam invocar espíritos e demônios de épocas antigas.
Os grimoires prometiam magia para todos os fins imagináveis: con­seguir amor, riqueza, beleza, saúde, felicidade e fama. Derrotar, amaldi­çoar ou matar inimigos. Ou ainda começar guerras, curar doentes, adoe­cer pessoas sãs, ficar invisível, encontrar tesouros, voar, predizer o futuro e abrir portas sem ter a chave. Não admira que essas promessas tenham tornado esses livros muito populares, sobretudo durante o século XVII, quando edições baratas de certos grimoires se tornaram amplamente acessíveis. Estudantes e sacerdotes, crentes devotados e gente apenas curiosa, todos seguiam as instruções para ver o que acontecia.
Como exigiam cerimônias e rituais complicados, os métodos ensina­dos pelos grimoires eram conhecidos como "magia ritual" ou "magia ceri­monial". Em essência, a magia ritual seguia os mesmos passos utilizados, milhares de anos antes, para invocar deuses e espíritos. Primeiro, o mágico traçava um grande círculo no chão, no qual inscrevia palavras mágicas, nomes sagrados e símbolos. Em seguida, se colocava dentro do círculo (que o protegia dos espíritos que ia invocar), pronunciava os encantamentos que fariam surgir o demônio e que garantiriam que seus desejos fossem atendidos. Depois, apresentava suas exigências e manda­va o demônio embora. Pelo menos, era isso que se esperava.


Uma edição francesa do século XVII de A Chave de Salomão,
o mais famoso de todos os grimoires.

Mas, antes que tudo isso pudesse ser posto à prova, haveria semanas, e até meses, de preparação. Segundo muitos grimoires, todo o aparato usado na cerimônia — velas, perfumes, incenso, a espada usada para traçar o círculo mágico, a varinha mágica — tinha de ser novo em folha. Também não se podia simplesmente ir ao Beco Diagonal e comprar as coisas necessárias. As velas cerimoniais tinham de ser moldadas pessoal­mente pelo mágico, com cera fabricada por abelhas que nunca tivessem feito cera antes. A varinha mágica tinha de ser recém-entalhada, de um galho de aveleira cortado de uma árvore com um golpe de uma espada recém-fabricada. As tintas coloridas usadas para traçar desenhos nos talismãs mágicos tinham de ser preparadas na hora e guardadas num tin­teiro novo. Além disso, segundo A Chave de Salomão, a pluma usada para desenhar os talismãs tinha de ser feita com a terceira pena da asa direita de um ganso. Cada etapa tinha de ser cumprida segundo os princípios da astrologia, sob a influência dos planetas adequados, conforme as várias épocas do ano. O mágico também tinha de se preparar espiritual­mente para a cerimônia mediante uma dieta especial, jejum, banho ritual e outros procedimentos de purificação.

Um mágico ritual do século XVI ordena a um demônio que cumpra suas exigências. Acreditava-se que o círculo mágico protegia o mágico contra todo mal.

Nada disso, é claro, garantia que algo iria acontecer durante a ceri­mônia. Na verdade, as instruções eram tão minuciosas, tão específicas e, em geral, tão bizarras, que era quase impossível executar tudo conforme vinha determinado. Não admira, portanto, que, apesar de repetidas súpli­cas, encantamentos e de toda a sinceridade, os espíritos costumassem não aparecer, exceto na imaginação de certos praticantes e dos autores de grimoires. Mas era fácil explicar os fracassos: com tantos detalhes complica­dos, em algum ponto, de alguma forma, tinha de se cometer um engano.


¯ A MAGIA HOJE ¯

A crença na magia entrou em declínio em meados do século XVII, quando as pessoas começaram a descobrir maneiras mais práticas e efi­cientes de enfrentar seus problemas. A química moderna permitiu a cria­ção de novos medicamentos que substituíram os tratamentos criados segundo os princípios da herbologia, da astrologia e da magia natural. Com a ascensão do pensamento científico, as idéias sobre como o mundo funcionava passaram a ser testadas em experiências e o poder das palavras mágicas, feitiços e talismãs foi cada vez mais questionado.
Hoje, a idéia de conseguir poderes extraordinários por meio da invo­cação de espíritos desapareceu na maior parte do mundo moderno. Mas também é verdade que o mundo é hoje mais mágico do que nunca. Coisas julgadas impossíveis, como voar ou conversar com uma pessoa que está do outro lado do mundo, são fatos cotidianos. As aspirações da magia natural — descobrir e controlar as forças ocultas da natureza — foram realizadas pela ciência moderna. E, embora os princípios da astrologia tenham sido invalidados, revelou-se, ironicamente, que todas as virtudes ocultas na natureza vieram, de jato, das estrelas, pois agora sabemos que todos os elementos do mundo natural, inclusive nós mes­mos, tiveram origem na matéria oriunda da explosão de sóis. Assim como era para os antigos, o universo continua um lugar surpreendente, repleto de maravilhas, cheio de possibilidades impossíveis e de magia.
As aventuras de Harry Potter e seus amigos têm sido apreciadas exa­tamente da mesma forma que os romances medievais, no passado, só que por um número de pessoas muito maior. A magia teatral é mais popular do que em qualquer outra época. Seja na forma literária, seja na forma teatral, a magia confirma a nossa intuição de que há uma "outra realida­de". Embora a magia possa não fazer sentido para nossas mentes lógicas, faz muito sentido para nossas mentes criativas e intuitivas, que funcionam segundo um conjunto de regras distinto. O apelo da magia parece não ter nada a ver com o fato de ela ser ou não "real". A magia veio da imaginação e alimenta a imaginação. Acreditamos que será sempre assim.

Coluna do Jornal - Diálogo com o Adeptus Lucano


Nesta coluna do jornal esotérico da Ordem Sabersófica, colocamos diálogos do Adepto Lucano com discípulos ou mestiços que conversando em um diálogo de perguntas e respostas esclarecem como uma conclusão do assunto acima é chegado:

Lucano: Boa Noite, amigos e irmãos iniciados na senda mágica, o que desejas me perguntar sobre a magia, depois da aula de suas definições;

Mestiço Sanderson: Adepto Lucano gostaria de lhe perguntar sobre a questão de que existem muitas pessoas que fazem-se uso da palavra magia como ilusionismo ou mágica de palco, o que o senhor tem a dizer sobre esse assunto?

Adepto Lucano: Esse tipo de visão da magia se refere, a magia laranja, um lado dos estudos ocultistas que se estuda as formas de identificar uma verdadeira prática mágica dos truques da prestidigitação e ilusionismo de palco, em relevância as pessoas que generalizam a magia como truques o que posso dizer é que precisam esclarecer que a magia é um conjunto de ciências, e que não se pode julgar uma parte como um todo, sem esclarecimento das definições corretas dos grandes iniciados;

Iniciado Lummas: Grande Amigo e Companheiro de Jornada, acho bom você falar sobre a magia e suas divisões de estudo baseado na técnica sabersófica das cores e que tem sua origem nos ensinamentos em Oberon Zavenhart, então a pergunta é como vos dá as divisões da magia e quais seus estudos? Espero que tenham entendido minha pergunta;

Adepto Lucano: Sim, amigo de jornada, costumo dizer á meus discípulos sabersóficos que a magia é comparável á uma indústria, onde cada setor tem seu papel de contribuição para a Humanidade, dividirei o setor por cores, já que as cores denotam sentimentos e significados :

Magia Branca (Setor Branco) - É a área da Magia que estuda a Angelologia, estudos referentes aos anjos, estuda-se a Kabalah, estudo da tradição esotérica hebraica, mas não necessariamente dessa origem, estuda a Magia Cerimonial, a magia dos Rituais, o estudo das preces, orações, canalizações e mediunidade, é o setor que ajuda a Humanidade á superar suas dificuldades em relação á escola da vida, é a Magia dos Magos e Sacerdotisas voltados para a Melhora da Humanidade com os recursos de estudos voltados á Grandes Forças Espirituais, os Mestres Ascensos, As comunicações dos Mestres Planetários na Nova ERA, É um trabalho desse Setor;

Magia Preta (Setor Negro) - É a área da Magia voltada para os estudos do pólo negativo do Universo, o estudo da Goécia, Kabalah Negra, Vampirismo, Loborianismo, Grimórios de Magia Antigos, Demonologia, Enochiano, Magia Draconiana, Satanismo, Tantrismo Negro, Vodoo, Luciferianismo, Hodoo, Magia Cerimonial Negra entre muitas ciências ocultas, são magos e sacerdotisas que se voltam para o equilíbrio do Universo, e que estão sobre o Estudo da Sombra de Deus;

Magia Vermelha (Setor Vermelho) - É a área da Magia que estuda os princípios do Hermetismo, e a SABEDORIA de vosso Divino e Regente Hermes Trismegistos, estuda-se sobre a Ciência da Transmutação, ou seja a Alquimia, sobre o Estudo da Sexualidade Esotérica e suas formas de manisfestação nos 7 Planos energéticos, são magos e sacerdotisas voltados para os Príncipios da Verdade, para o Estudo das Poções, Filtros da Ciência Oculta da Alquimia, e ajudam o Mundo na Arte da Transmutações do Espírito e da Matéria, fora outras ciências Ocultas q serão aqui reveladas;

Magia Azul (Setor Azul) - É a área da Magia que se estuda todas as Formas de Cura dos Corpos de um ser encarnado e desencarnado, Cura Prânica, Cura á Distância, Cromoterapia, Cura Vodoo, Cura Reiki, Cura Herbológica, Cura Homeopata, Cura com Cristais e etc... São os Magos e Sacerdotisas da Medicina Oculta Universal;

Magia Amarela (Setor Amarelo) - É a área da Magia que se estuda a Magia do Tempo, o Destino, que se ocupa com a Ciência da Divinação, a conhecida Adivinhação, o Estudo dos Oráculos e Profecias, das mancias, que como exemplo temos a Quiromancia, ciência oculta de se interpretar as linhas das palmas das mãos, a Cartomancia, ciência oculta de adivinhação através das cartas, são magos e sacerdotisas voltados no estudo das energias temporais, passado, presente e futuro;

Magia Verde (Setor Verde) - É a área da magia que estudo os Segredos da Natureza das Plantas, Flores, Árvores... e que se voltam na feitura de Pós, Poções, Filtros, Essências, Incensos, Chás e etc... São Magos e Sacerdotisas que se voltam para a Farmácia Divina e os Segredos da Magia Natural;

Magia Cinza (Setor Cinzento) - É a área da Magia que estuda a Sabedoria dos Povos e Civilizações, pelos seus Livros Sagrados, o estudo da Mitologia, Filosofia dos Deuses, Provérbios, Axiomas, Ditados da Magia Tradicional, são os Magos e Sacerdotisas voltados para a conservação dos ensinamentos esotéricos nas diversas tradições do Mundo;

Magia Marrom (Setor Marrom) - É a área da Magia que estuda o Xamanismo Puro, o Totemismo, os Animais, os Elementais, os Animais misticos, a magia da terra, são os Magos e Sacerdotisas que mantém a tradição da Magia Primitiva;

Magia Clara (Setor Claro) - É a área da Magia que estuda a poder sagrado dos números, a Ciência Oculta da Numerologia, sequências numéricas fibonachii, entre outras, o notariqon e guematria cabalística, o financeiro esotérico, a Neomagia. 

Magia Laranja (Setor Laranja) - Magia voltada no adepto de investigação na diferença de magia e prestidigitação e ilusionismo, o estudo de como se praticar magia de palco, e na feitura de engenhocas magísticas;

Magia Roxa (Setor Roxo) - Magia que estuda os Festivais, datas de comemoração, brincadeiras esotéricas, os esportes misticos, formas de entretenimento dos Magos e Sacerdotisas, e na feitura de bruxedos e encantos;

Magia Rosa (Setor Rosa) - Magia que estuda a Cosmologia, Cosmogonia, Filosofia, e responde as perguntas dos Iniciados sobre as ciências, cujo momento faço agora, o Caoísmo também se enquadra aqui mas também se enquadra em muitas cores em conjunto;

Magia Aqua (Setor Aquarela) - Magia que estuda os mistérios da Mente Humana, a Meditação, a Yoga, o Subconsciente, Parapsicologia, Psicologia Esotérica, em breve em lançamento um livro de tratado sobre psicologia esotérica... e tantas e outras cores que em breve no jornal saberão mais detalhes.

Mestiça Alessandra: Adepto Lucano, e o que dizer daqueles que se dizem Magos, mas no entanto não o são de verdade, poderia nos dá uma definição do Mago, ou Sacerdotisa, e o que o faz ganhar tal título?

Adepto Lucano: Sim, Mestiça Alessandra, o Mago é aquele que possui o controle de suas emoções e de seus pensamentos, ou seja é um hábil manipulador das energias universais, e se a pessoa que se diz tal, não demonstrar total equilíbrio de suas energias mentais e emocionais, ele não é digno de tal título, por que o Mago ou Sacerdotisa  antes de dominar as diferentes energias externas precisa começar por dentro, dominando á si mesmo, já dizia o Mestre Lao-Tsé: Mais forte não é aquele que vence os outros e sim aquele que vence á si mesmo; Eis aí um Mago ou Maga Sacerdotisa;

Fim da Coluna do Jornal: Conversa com o Adepto Lucano!

PRIMEIRO DBS (DEBATE SABERSÓFICO) ONLINE
INAUGURADO DIA 14/08/2013


O TEMA: Minhas Dúvidas sobre Magia.

Com a Presença de Mestiços e Iniciados em diversos estados brasileiros, o debate se deu, e falamos de Magia e suas definições, Kabalah Hebraica e Hermética, Goécia e a árvore da morte da Kabalah negra, Grimórios e Livro das Sombras, Templos Astrais, Iniciação Mágica, a Magia encarada pela Família, Onde encontrar livros especializados no assunto, e muito mais... Haverá a Próxima Quarta Feira outro Debate Online com o Tema sobre Voto no Grupo Fechado no Facebook... contamos com você;

E Sobre Andamento terá um DBS, Encontro Organizado no Recife com o Tema: Fanatismo no Séc. XXI e Magia e as Sociedades Secretas, em breve haverá mais notícias, para que você possa estar presente conosco;

Atenciosamente, Adepto Lucano;




sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Hermetismo

HERMETISMO



Namastê Irmãos do Esoterismo Universal, uma das matérias de Estudo da Ordem Sabersófica é o Hermetismo, assim como a Kabbalah na postagem anterior, e para quem não conhece o hermetismo, ele é o estudo e prática da Filosofia Oculta e da magia associados a escritos atribuídos a Hermes Trismegisto, "Hermes o-três-vezes-grande".



AS TRÊS FACES DE HERMES

Hermes, o Deus


Hermes, o Místico


Hermes, o Arquétipo


O Cajado de Hermes



A TÁBUA DE ESMERALDA


A Tábua de Esmeralda ou Tábua Esmeraldina foi um pequeno livro hermético creditado pelo Hermes Trismegistos, como na imagem acima aludido com clareza que esse achado também foi o berço da alquimia islâmica, os sabersóficos deixam claro que o hermetismo são os ensinamentos desse Mestre que possue correspondência com o Deus Thoth Egípcio, nas pesquisas feitas com afinco cuidado histórico e esotérico, a tradução das pequenas frases da tábua esmeraldina deixam claro também traços de seus ensinamentos no cabailion mais tarde. A tradução da Tabula Esmeraldina segue-se:

(1) É verdade, certo e muito verdadeiro:

(2) O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo, para realizar os milagres de uma única coisa.

(3) E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas são únicas, por adaptação.

(4) O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua alma;

(5) O Pai de toda Telesma do mundo está nisto.

(6) Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.

(7) Separarás a Terra do Fogo, o sutil do denso, suavemente e com grande perícia.

(8) Sobe da terra para o Céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas superiores e inferiores.

(9) Desse modo obterás a glória do mundo.

(10) E se afastarão de ti todas as trevas.

(11) Nisso consiste o poder poderoso de todo poder:
Vencerás todas as coisas sutis e penetrarás em tudo o que é sólido.

(12) Assim o mundo foi criado.

(13) Esta é a fonte das admiráveis adaptações aqui indicadas.

(14) Por esta razão fui chamado de Hermes Trismegistos, pois possuo as três partes da filosofia universal.

(15) O que eu disse da Obra Solar é completo.

Exponho um link do 4shared - 06 - A TÁBUA DE ESMERALDA E DISCURSO HERMÉTICO.

Muito bom, em Mp3 disponibilizados para você que 

conhece os sabersóficos: 

http://www.4shared.com/mp3/sWB1Rb-r/06_-_A_tbua_de_Esmeralda_e_Dis.htm







Corpus Hermeticum



Como o Hermetismo é Estudado nos Sabersóficos?


O Hermetismo é estudado diferenciado das sociedades iniciáticas em poucos aspectos, mas tempo um modo novo literato das hostes de seres superiores que ajuda-nos na apuração do conhecimento hermético.

Eu, Valentin Luccan Petrovsky, trago novidades no Campo de Estudo do Hermetismo, estudamos os seguintes tópicos nos cursos internos de hermetismo, divididos em três graus:
  • Hermetismo Básico: Estudo Histórico de Hermes e por onde ele esteve, suas correlações arquétipas, seu envolvimento no estudo da Kaballah Hermética, onde a árvore da vida cabalística é correlacionada com o cosmos, os planetas, com o paganismo, com os arquétipos, e etc... Estudo apurado dos Livros Herméticos: Corpus Hermeticum,Tábua Esmeraldina e Cabailion. E a sua praticidade universal. Biblioteca Alexandrina, Tarot, Alquimia, Astrologia, Cabala, Magia e a Metafísica;
  • Hermetismo Mediano: As Doze Principais Escolas Escolas Herméticas, Pitágoras,Sócrates, Platão e Aristóteles... A Magia dos Quatro elementos pelo hermetismo, Astrologia Hermética, Metafísica Hermética, Alquimia Hermética, Tarot Hermético, Grafologia, Quiromancia, Radiestesia, Psicologia Esotérica, Tratados Ocultos Herméticos, Filosofia Oculta e metodologia prática hermética;
  • Hermetismo Avançado: Guerras Secretas, As mais de 20 escolas herméticas, o desaparecimento dos hermetistas e sua volta no século das luzes nas sociedades secretas, a Grande Sophia, Graus Herméticos das Escolas, segredos hermetistas, Ciências Ocultas desconhecidas, Canalização, Teurgia, Goécia, O Caminho da Serpente, O Caminho das trilhas douradas, Tecnomagia, e tantas outras modalidades quase infinitas que estarão em breve sendo disponibilizadas em Curso;



Biblioteca de Alexandria



A Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Ela floresceu sob o patrocínio da dinastia ptolemaica e existiu até à Idade Média, quando alegadamente foi totalmente destruída por um incêndio cujas causas são controversas.

Nos Estudos Sabersóficos estuda-se as Verdadeiras causas mediante as informações seguras de algumas sociedades secretas disponibilizaram como recurso do conhecimento de todos aqueles buscadores do conhecimento esotérico. A Biblioteca de Alexandria Antiga é aqui mencionada por metade dos pergaminhos supostamente perdidos terem sido salvos nos Conhecimentos de Hermes Trismegistos, ou seja, o Hermetismo;

Alexandria, às margens do Mediterrâneo, reinou quase absoluta como centro da cultura mundial no período do séc. III a.C. ao séc. IV d.C. Sua famosa Biblioteca continha praticamente todo o saber da Antiguidade, em cerca de 700 000 rolos de papiros e pergaminhos. Seu lema era “adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra”.

Acredita-se que a biblioteca foi fundada no início do século III a.C., concebida e aberta durante o reinado do faraó Ptolemeu I Sóter ou durante o de seu filho Ptolomeu II. Plutarco (46 d.C.–120) escreveu que, durante sua visita a Alexandria em 48 a.C., Júlio César queimou acidentalmente a biblioteca quando ele incendiou seus próprios navios para frustrar a tentativa de Achillas de limitar a sua capacidade de comunicação por via marítima. De acordo com Plutarco, o incêndio se espalhou para as docas e daí à biblioteca.

No entanto, esta versão dos acontecimentos não é confirmada na contemporaneidade. Atualmente, tem sido estabelecido que a biblioteca, ou pelo menos segmentos de sua coleção, foram destruídos em várias ocasiões, antes e após o século I a.C.


Destinada como uma comemoração, homenagem e cópia da biblioteca original, a Bibliotheca Alexandrina foi inaugurada em 2002 próximo ao local da antiga biblioteca.



A Nova Biblioteca de Alexandria, além do salão principal, é composta de mais quatro bibliotecas especializadas, laboratórios, um planetário, um museu de ciências e um de caligrafia e uma sala de congresso e de exposições. A instituição pretende ser um dos centros de conhecimento mais importantes do mundo assim como sua antecessora. Assim, foi dada prioridade à criação de uma biblioteca cibernética. No local estão ainda guardados dez mil livros raros, cem mil manuscritos, 300 mil títulos de publicações periódicas, 200 mil cassetes áudio e 50 mil vídeos. A Magia sempre evoluindo vos traz esse modelo maravilhoso de Biblioteca Filosófica Esoterista Universal.




CABAILION


São Sete as Principais Leis Herméticas, estas se baseiam nos princípios incluídos no livro Caibalion, que reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas. A Palavra Caibalion seria um derivado Grego, da mesma raiz da palavra Cabala, Kaballah, que em hebraico significa recepção. O Livro descreve as seguintes Leis Herméticas, baseado nas escrituras e ensinamentos de Hermes Trismegisto:

Lei do Mentalismo: "O Todo é Mente; o Universo é mental."

Lei da Correspondência: "o que está fora é o reflexo do que está dentro".

Assim, as atitudes das pessoas ao redor de cada um e as circunstâncias apresentadas não são mais que uma imagem exterior daquilo que vai dentro de cada indivíduo. Como tal, atitudes positivas revelar-se-ão através de reações positivas por parte dos outros.

Lei da Vibração: "Nada está parado, tudo se move, tudo vibra".

Lei da Polaridade: "Tudo é duplo, tudo tem dois polos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados"

Lei do Ritmo: "Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação".

Lei do Gênero: "O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero manifesta-se em todos os planos da criação".


Lei de Causa e Efeito: "Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei".



Salve, Salve Mestre Hermes,
Nosso Grande Mestre,
Que aos Sabersóficos Rege,
Pois somos os Príncipes do Saber,
Pois estamos nessa encarnação para passar a Sabedoria Cósmica Universal,
as Raças, com Amor ao Mestre:




quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Ordem Sabersófica



Origens


Ministrado pelo Adepto Valentin Luccan Petrovsky, tudo começou com um Grupo de Estudos em Pernambuco, Jaboatão dos Guararapes, Estudos esses referentes ao conhecimento esotérico, tudo começou com um círculo mágico de pessoas versadas nos conhecimentos da RosaCruz da AMORC ( Antiga e Mistica Ordem RosaCruz), as aulas aconteciam numa floresta local nas imediações de seu interior onde muitas poucas pessoas não haviam explorado, depois de 3 anos de estudo os integrantes já formados nesse conhecimento básico e intermediário criaram seus próprios grupos com o acordo da magia tradicional de nunca apresentar o grupo de um mestre para o outro.

O Termo Mestre aqui é aludido no sentido Instrutivo, e não pejorativo querendo transpassar seres de Grandes e Alta Perfeição, pois isso é inerente ao Verdadeiro Significado dado pelos Sabersóficos que Mestre é todo aquele que ensina a nós o que já sabemos ou temos atrofiados na Psique Humana.

O Círculo Esotérico eram aulas demarcadas com iniciações no caminho espiritual da Magia, onde vários estudos eram abordados como matérias: Kaballah, Alquimia, Religiões Comparadas, Teologia, Gnose, Teosofia, Sociedades Secretas, Hermetismo, Ocultismo Prático, Espiritismo, Xamanismo, Umbanda Esotérica, Divinação, Budismo, Magia Prática, Feitiçaria, Wicca, entre diversas ciências ocultas, divididas em temporadas com 13 aulas... com provas e punições por erros.

 Muitas Pessoas Perguntam á mim como tudo começou, e por isso farei uma Listagem de Perguntas e Respostas baseado quando me perguntam, espero que seja bem esclarecido para todo aspirante á Ordem Sabersófico:

 1. De onde veio o nome Sabersófico? E Porque Ele?

R: Saber - É um termo para denotar poder, conhecer bem, é um dos termos do quaternário magístico (saber, querer, ousar, calar), e como Magia é nossa Arte, Ciência, Religião... É símbolo de Realeza, e simboliza na palavra Sabersófico o significado de Príncipe.
Sophia (sófico) - Sabedoria do Grego, sendo assim, Príncipes do Saber, Príncipes da Sabedoria; Inspirado pelos Mentores da FRATERNIDADE BRANCA DO ASTRAL SUPERIOR;

Porque a Missão referentes é servir de alguma forma á Humanidade, e a forma condizente com os Sabersóficos é passar a Sabedoria Universal aos povos e nações, através do conhecimento esotérico, ajudando assim a Ciência, Religião, Moral, e a todas as áreas do conhecimento geral terrestre;

2. Quando começou a Ordem Sabersófica?

R: Começou no Dia 07/09/2011 ás 13:00 horas no Estado Brasileiro na Área Nordeste do País,em Pernambuco na Cidade de Jaboatão dos Guararapes,no Bairro do Conj.Muribeca.

3. Quais os Objetivos dessa Ordem, e porque ganhou a constituição de ORDEM?

R: Seus Objetivos estão no próprio nome da Ordem, passar o conhecimento oculto para as raças, quebrando as discriminações e preconceitos de diversos dogmas infligidos a sociedade, mostrar o valor do que é desconhecido retirando o medo dos corações dos não-iniciados. 

Ganhou a Constituição de ORDEM, por que possui fins de expansão social, mundial, para que possa ganhar o reconhecimento das pessoas poderem conhecer o nosso trabalho e o quanto o Mundo pode Mudar começando por Nós mesmos;

4. Quais são suas formas de chegar ao público e ensinar esse conhecimento tão majestoso á nível público?

Para aqueles que desejam conhecer como era no início...
Temos agora esse novo blog, com projetos e parcerias, que serão divulgadas aqui mesmo, e nas redes sociais, como facebook e etc... E Estamos disponíveis para todos no tel. (081) 98373356 TIM... e tbm disponíveis pessoalmente.

5. Existe algum tipo de fins lucrativos a Ordem Sabersóficos?

R: Não, nenhuma, os ensinamento é gratuito á alguns módulos, em seguida estaremos ministrando cursos intensivos com preços que qualquer pessoa possa conseguir aderir-se ao conhecimento esotérico;

6. Já houve algum tipo de retirada de membros da constituição? Houve alguém que saiu por conta própria?E houve o Por que?

R: Sim, já houve saída de membros, por ter trazido a discórdia entre participação dos iniciados e mestiços.

Sim, houveram aqueles que saíram por conta própria por motivos á níveis de misturar amizade com professorado, e também aqueles que decerta forma não foram de acordo com o método dos ensinos aqui gerados;

7. Quais são os projetos da Ordem Sabersófica?

R: Existem vários deles, os principais são:
  • JEOS - Jornal Esotérico da Ordem Sabersófica.
  • Sms Magic - Sms Sabersófico para todos aqueles que precisarem fazer perguntas, tirar suas dúvidas ou quando precisar de ajuda, ajudar-mos de alguma forma.
  • Podscats Esotérico Sabersófico - Programação de Rádio em Mp3 disponibilizados para os integrantes;
  • Cursos Esotéricos On-line: Disponibilizados em breve cursos de Ocultismo Geral á galera que queira se especializar nas ciências ocultas;
  • DBS - Debates Sabersóficos Organizados tanto on-line quanto em público;
  • OSA - Ordem Sabersófico Ajuda, em auxílios sociais, em alimentos, roupas á necessitados com ajuda dos membros e mestiços... disponibilizando fotos do movimento sabersófico;
8. O que são mestiços na Ordem?

R: Pessoas que estão aprendendo o conhecimento esotérico com a Ordem Sabersóficos, mas porém, não é um Iniciado pela Ordem e sim um agregado de nossa Egregóra ;

9. Poderia dizer quem são os principais contribuintes com a Ordem e seu Crescimento?

R: Sim, Claro: Eu, Adepto Rafael Santos,
Instrutor Wilder Fernandes,
Beatriz Nóbrega, Adepta e Instrutora
Você que vos conhece... e as Parcerias com as sociedades de Ensino Esotérico Universal:
  • Rosa-cruz AMORC (Antiga e Mistica Ordem Rosa-cruz)
  • Maçonaria REAA (Rito Escocês Antigo e Aceito)
  • Gnose AGEACAC ...
  • Sociedade Teosófica (H.P.B)
  • E.I.E (Caminhos da Tradição)
  • A.A ( Arcanum Arcanorum)
  • TdC (Teoria da Conspiração)
  • Entre outras...
10. Como faço para entrar na Ordem?

R: Entrem em contato no Email: ordemsabersofica@gmail.com
Ou por aqui mesmo deixando seus comentários, com email ou telefone, localidade que em breve entraremos em contato;



sexta-feira, 3 de maio de 2013

Kabbalah


O que é Cabalá?
   É a mais antiga sabedoria espiritual que existe sobre a
Terra. O primeiro cabalista de que se ouviu falar foi o
Patriarca Abraão. Todos sabemos que ele foi um judeu, mas além
de judeu também foi fundador de todas as religiões que
acreditam em um único Deus.

Quem é Deus? Onde Ele está?...
   Abraão tinha essas perguntas. A diferença é que ele
não desistiu até que recebeu a resposta correta. Ele sabia que
as respostas verdadeiras não estavam no mundo físico, mas
também na sua mente, sabia que tinha que transcender sua forma
física, deste mundo físico, para receber as respostas às suas
perguntas. Quando obteve sucesso, ele passou a contatar o nível
que podemos chamar agora de Consciência Cósmica.
A Cabalá fala de uma dimensão espiritual onde todos os
seres são um: isso é chamado Consciência Cósmica.

Mas, será que a Cabalá contradiz a ciência e a
tecnologia?
   Não, logicamente a Cabalá não é contra a tecnologia e
nem contradiz a ciência.
A ciência agora fala de metafísica, que significa “além
da física”. Agora a ciência está chegando ao ponto, ao nível,
do qual Abraão já falava há 4 mil anos. A ciência fala a
respeito de um mundo de energias; estamos começando a conhecer
através da ciência esse novo mundo. No entanto pode-se chamar
na maneira física de energia ou espiritualidade, que se trata
da mesma coisa. O mundo da metafísica é semelhante à
espiritualidade. Então podemos nos dar conta que o ciclo entre
Cabalá e ciência está finalmente se fechando!

E a religião? A Cabalá é baseada na religião?
   Esta é uma questão delicada. Definitivamente a Cabalá
se relaciona com a Bíblia, com o Velho, com o Novo Testamento,
e com textos sagrados de todas religiões: é uma sabedoria
cósmica e pertence a todas as nações, sem diferença de
religião, raça, nacionalidade ou qualquer outra separação.
A pura Cabalá é universal e pertence a todos os seres
humanos. O problema com a religião não é a religião... mas sim
com as pessoas que a usam erradamente, que a explicam baseados
na fé cega, no medo, usam o nome de Deus, Alá ou Jesus para se
matarem, utilizam-na para justificar atos de fanatismo,
atentados ou suicídio coletivo em nome de Jesus ou Alá.
Abraão. Depois de revelar a
Cabalá, escreveu um livro, chamado o Livro da Formação, que
contém todos os segredos do universo em apenas três páginas.
Foi escrito em hebraico. Todos os segredos do universo em
apenas três páginas, como isso é possível? Todas demais páginas
do livro são explicações e explicações sobre estas três
páginas. O exemplo é muito simples: é o exemplo, a explicação
da semente.
A Cabalá é a semente de toda sabedoria do universo.
Dentro da Cabalá está tudo aquilo que queremos saber: contém a
Ciência, a Medicina, a Psicologia, a Parapsicologia,
Metafísica, Astrofísica e, existe uma outra dimensão, que trata
de Reencarnação, Meditação e Astrologia. Portanto você tem tudo
sobre a vida de uma só vez.
O Livro da Formação é a semente; todo o conhecimento
em 3 páginas. Demorou para que fosse compreendido, porque seu
conhecimento está em código, Até
que há 2.000 anos o Rabino Shimon Bar Yochai, sábio talmúdico, recebeu o
Zohar, o Livro do Esplendor. O Zohar é a chave para compreender
a semente: o Livro da Formação. O Zohar está contido em 24
volumes, escritos em aramaico.

O que é o conhecimento?
   Na Bíblia, lê-se no Gênesis que Adão conheceu Eva e ela
engravidou de Caim e depois de Abel. Como pode ser? Adão
conheceu Eva e ela já engravidou? Como, engravidou? Portanto
vê-se que a Bíblia é um código cósmico e sem a ajuda da Cabalá
não se entende uma palavra. Quem leu a Bíblia de maneira
simples, comum, não conheceu o sabor e o gosto da Torah (que
significa Bíblia).

   A Kabbalah para todo o estudante de ocultismo e espiritualistas é essencial, pois ele desenvolve uma ligação com as forças cósmicas e nos ajuda a termos um melhor conhecimento de onde viemos para onde vamos e e responder todas as perguntas que tanto procuramos por milhares de anos. 




Texto retirado do Livro A Sabedoria da Cabalá do Rabino Yossef Salton